FIVE WORDS:

WE HOPE THAT YOU CHOKE.
WE HOPE THAT YOU CHOKE.
WE HOPE THAT YOU CHOKE.

[quando cansei de esperar você]

"Para que nada nos separe, que nada nos una."
E que continuemos os nossos caminhos separadamente.

[bring me your love.]



Love of mine, won't you lay by my side

And rest your weary eyes before we're out of time
Give me one last kiss
For soon such distance
Will stretch between our lips... now the day's losing light.

Bring me your love, tonight.

Lost at sea, my heart beat is growing weak
Hoping you'd hear my plea and come save my life.
As the storm grew fierce and danger was certainly near,
I knew there was nothing to fear.

Bring me your love, tonight.
No I am not where I belong.
Bring me your love, tonight.

No I am not where I belong,
So shine a light and guide me home.



Hm. Acho que eu não tô muito bem.

Hoje minha vida pareceu um filme

Bom-dia, quinta-feira.
Saí de casa, corri pra pegar o ônibus - estava atrasada.
Dei sorte de pegar o ônibus quando cheguei exatamente no ponto, só não contava com o congestionamento que ia enfrentar logo depois. E ali dentro reinava um silêncio absoluto que eu fiquei até impressionada.
Desci no meu mundo paralelo, o centro politécnico. E desde que eu entrei lá tudo pareceu dar certo. Consegui o que tinha que conseguir, resolvi o que tinha que resolver e veja só, até parou de chover quando fui almoçar. As aulas foram um detalhe à parte: sem dor de cabeça tudo parecia mais fácil, até gente do tipo mais inconveniente que já conheci estava razoavelmente "aturável".
E a volta pra casa foi engraçada. Estação tubo transbordando gente como de costume, encontrei conhecidos. Conhecidos com quem conversei e com quem não conversei. Conhecidos que eu conheço mas que não me conhecem.
Mas eu mal sabia que minha cena preferida do dia estava pra acontecer: no terminal, ziguezagueando entre a pequena grande multidão, cheguei ao meu segundo ônibus, o santo Centenário. Porta 2. Encontrei lugar pra me sentar. E a coincidência, como sempre, fez questão de vir até mim pra me dar um oi, fazendo com que logo ali num lugar mais pra frente se sentasse um crush, que na verdade e no fim das contas nunca foi um crush.
Foi simples falta de convivência.
E então começou a chover; e então ele se levantou pra descer; e então ele chegou até a porta que estava na minha frente, olhou pra mim e sorriu. E eu sorri. E ele pôs o seu capuz sobre a cabeça e saiu andando na chuva. "Porta fechando". E tchau.

True love


"We'll drive around the lake
Just a little too fast
My eyes on the lights
Her hand on my shoulder
Yeah, windows down
The wine in our heads
The city lights just blur
The city lights just blur"

S04


Vamos brincar de serial killer?

Redação: minhas férias

Tudo bem que não são lá em suas circunstâncias normais, mas continuam sendo férias, não? E pra variar o que eu tenho feito é dormir horrores e passar algumas tantas horas na frente do computador. Nada muito além.
O legal é que nesse tempo (mais precisamente nessa semana, já que não pude sair de casa por causa dos meus lindos sisos) eu baixei vários discos, alguns meio sem motivo até. Deu vontade, achei, baixei. Por isso mesmo dá pra ver que tá longe de existir algum tipo de linha de semelhança e continuidade aí hahahaha.
- "Caligrafia", o disco novo do Ludov, que já tem gente arriscando dizer que é o melhor trabalho deles até hoje;
- "Hein?", o também novo da Ana Cañas
- "Life in Cartoon Motion", do Mika
- "808s & Heartbreak", do Kanye West. Sim, Kanye West! Me disseram que o cd era legal e eu baixei haha. E sim, "Love Lockdown" é o máximo oks.
- "Infinito Particular", da Marisa Monte
- "Love Tattoo", da Imelda May
- "Wonkavision", da Wonkavision, pra relembrar os meus tempos de 14 anos
- trilha sonora do Magnólia (já viu?)
- "Julian Plenti Is... Skyscraper", do Julian Plenti a.k.a Paul Banks, que eu baixei depois de ver esse clipe lindão ó:



Pra quem tá assim meio sem ter o que fazer por causa dessas férias não planejadas fica aí a dica então. E se quiser me sugerir mais alguma coisa também... ;)